domingo, 25 de setembro de 2011

Quando acabar

Minuanos no inverno
soprando na minha casa vazia
Marcianos no inferno
esta noite teremos companhia
Retratos na parede sem pregos
guardando as fotos da familia
queimando todo o resto
deixando só a minha poesia

um verbo sopra livre
nas curvas do seu corpo
ficamos sem saida?
eles estão despostos
Recordações de muitas guerras
e a ambição de poucos loucos
A razão foi testemunha
de um crime sem perdao

Eu nao vou salvar tudo sozinho,
eu não vou me defender
não adianta, seus olhos não podem ver
a verdade ainda guia você

Se estou fumando a céu aberto
nao quero que tenha sentido
Nada estava certo
certo que era tudo
tantou passou e passa
mais devagar no sempre
surfando no declinio do ocidente
vou ficando paciente.

Eu nao vou salvar tudo sozinho,
eu não vou me defender
não adianta seus olhos não podem ver
a verdade ainda guia você

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